Boas vindas

quarta-feira, 24 de março de 2010

COMUNIDADES DE POA COMEMORAM O ANIVERSÁRIO DA PROVINCIAL

Ontem, 23 de Março de 2010, as quatro comunidades de Porto Alegre estiveram reunidas para celebrar o aniversário da Ir. Teresinha Lourence e Ana Maria Andreolla...



terça-feira, 23 de março de 2010

Causa Crescência Pérez


Impulsionar desejos de santidade
Episcopado argentino relança jornada de oração pela santificação dos fiéis

BUENOS AIRES, 06 Fev. 10 / 11:49 am (ACI).- A Conferência Episcopal da Argentina (CEA) estabeleceu dar uma maior difusão e revalorização à "Jornada Nacional de oração pela santificação do povo argentino e a glorificação de seus Servos de Deus", que se celebra todos os anos no 1º de novembro, Dia de Todos os Santos.

Conforme assinala a agência AICA, Dom Santiago Olivera, Bispo de Cruz Del Eje e Delegado Episcopal para as Causas dos Santos na Argentina, deu a conhecer esta disposição estabelecida em uma reunião com os vice-postuladores e delegados das causas de canonização e beatificação em curso na Argentina em que entraram de acordo em "revalorizar a jornada e dar maior difusão às vidas de nossos Beatos, Servos de Deus e Veneráveis para impulsionar desejos de santidade no povo argentino".

Do mesmo modo, na reunião se anunciou a elaboração do "projeto de uma página web com o propósito de difundir as vidas e o estado das causas dos Beatos, Servos de Deus e Veneráveis argentinos".

Os vice-postuladores e delegados da Argentina atuam nas causas de: as beatas María del Tránsito Cabanillas e Ludovica de Angelis; os veneráveis José León Torres, José Gabriel Brochero, Catalina de María Rodríguez, María Crescencia Pérez, Camila Rolón, e Mamerto Esquiú; e os Siervos de Deus Luis María Etcheverry Boneo, Maria Eufrasia Iaconis, Pascual Pirozzi, Enrique Shaw, Isabel Fernández, María Benita Arias, Maria Antonia de Paz e Figueroa, Cecilia Perrín, Manolo Perrín, Tarsicio Rubín e José Marcos Figueroa.

quarta-feira, 3 de março de 2010



Campanha da Fraternidade 2010


Pe. Dr. Brendan Coleman Mc Donald * Adital - jornal eletrônico

Com um ato solene a terceira Campanha da Fraternidade Ecumênica foi lançada no dia 10de setembro, próximo passado, no Rio de Janeiro. O tema da Campanha da Fraternidade 2010 é "Fraternidade e Economia" e o lema é "Vocês não podem servir a Deus e ao dinheiro" (Mt 6, 24). O tema e o lema foram escolhidos no ano passado depois de muitas reuniões e pesquisas. O evento contou com a participação de várias autoridades eclesiásticas e políticas: O secretário geral da CNBB, Dom Dimas Lara Barbosa; o presidente do CONIC (Conselho Nacional de Igrejas Cristãs), pastor sinodal Carlos Augusto Möller; a senadora Marina Silva; o economista e secretário de Economia Solidário do Ministério do Trabalho, professor Paul Singer entre outros.


Sob a responsabilidade do CONIC, a Campanha da Fraternidade de 2010 será ecumênica e estará aberta à participação de todas as denominações cristãs. O objetivo geral da Campanha é "Colaborar na promoção de uma economia a serviço da vida, fundamentada no ideal da cultura da paz, a partir do esforço conjunto das Igrejas Cristãs e de pessoas de boa vontade, para que todos contribuam na construção do bem comum em vista de uma sociedade sem exclusão". Portanto a Campanha da Fraternidade 2010 quer unir as Igrejas Cristãs e, principalmente a nossa sociedade, que é formada por pessoas de boa vontade, na promoção de uma economia a serviço da vida, sem exclusões, criando uma cultura de solidariedade e trazendo a paz. A Campanha vai nos ajudar a reconhecer nossa omissão diante das injustiças que causam exclusão social e miséria. Hoje precisamos combinar eficiência econômica, justiça social e prudência ecológica, percebendo a relação e a importância do meio ambiente nas atividades de desenvolvimento econômico, social e cultural.

O Texto-Base da Campanha insiste que a economia existe para a pessoa e para o bem comum da sociedade, não a pessoa para a economia. O lema da Campanha, a afirmação de Jesus registrada no Evangelho de Mateus: "Vocês não podem servir a Deus e ao dinheiro" (Mt 6,24) nos propõe uma escolha entre os valores do plano de Deus e a rendição diante do dinheiro, visto como valor absoluto dirigindo a vida (Texto-base, p.47). O dinheiro, embora necessário, não pode ser o supremo valor dos nossos atos nem o critério absoluto das decisões dos indivíduos e dos governos. O dinheiro "deve ser usado para servir ao bem comum das pessoas, na partilha e na solidariedade". Toda a vida econômica deveria ser orientada por princípios éticos. A medida fundamental para qualquer economia é um sistema que deveria criar reais condições de segurança e oportunidades de desenvolvimento da vida de todas as pessoas, desde os mais pobres e vulneráveis. O capitalismo selvagem trabalho no sentido oposto. Não se importa com a destruição da natureza ou com o fato de que está tornando sistêmica a miséria de milhões de famílias.

Na história humana, marcada por ambições, explorações, injustiças e ganância, a Bíblia se volta decididamente para a defesa dos pobres. No âmbito social, a Bíblia nos mostra profetas acusando reis e gente poderosa que enriquece à custa do povo e não cuida bem daqueles a quem deveriam servir (Is. 3,13-15; Jr 5, 27-29: Ez 34, 2-4 etc.). No âmbito comunitário, a Bíblia fala sobre a diária do trabalhador que deve ser paga no mesmo dia, pois ele precisa disso para viver (Ex 19, 13), e ao socorro que devemos prestar aos pobres (Dt 15, 7-11). No âmbito pessoal somos chamados a evitar corrupção e desonestidade e viver a partilha no amor fraterno. As palavras de João no Evangelho de Lucas (Lc 3, 10-14) nos oferecem uma orientação clara nesta área. (cf. p.48 do Texto-Base).

O Texto-Base da Campanha deve ser um instrumento à disposição das comunidades cristãs e de todas as pessoas de boa vontade para enfrentar, com consciência crítica, os temas do desenvolvimento e da justiça, da economia e da vida humana no Brasil e no mundo. Precisamos denunciar a perversidade de todo modelo econômico que vise em primeiro lugar o lucro, sem se importar com a desigualdade, miséria, fome e morte. A Campanha nos convida a lutar para: incluir a alimentação adequada entre os direitos previstos na Constituição Federal; erradicar o analfabetismo; eliminar o trabalho escravo; combater o trabalho infantil; conseguir uma tributação justa e progressiva; garantir o acesso à água e continuar a luta pela Reforma Agrária.

* Redentorista e Assesssor da CNBB-Reg. NE1